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Swinga X Dorly: “Aquecendo”

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É sempre algo interessante observar as mutações que ritmos típicos sofrem com junções de outros estilos, incrementando a riqueza cultural da música com sabores novos.

Presente na coletânea “Hy Brazil Vol. 7” do carioca Chico Dub, “Aquecendo” é uma colaboração entre o funk do produtor carioca Dorly, graduado pela Red Bull Beats Favela School, residente do colectivo Heavy Baile.

Swinga, ou para os mais conhecedores da causa Luis Ricardo Ramos de nascença, é DJ e produtor da INVDRS, a representante curitibana do Bass nacional.

Juntos criaram a faixa “Aquecendo”, em destaque hoje, unindo as frequências graves com os ritmos mais dançantes.

 

Swinga X Dorly: “Aquecendo” (via Soundcloud)

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Deltafoxx: “Runaway”

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Muitos podem ainda não conhecer, mas DeltaFoxx é uma dupla que vem ganhando muitos ouvidos através de megabites de tráfego. É composta por Cris Quizzik e Fábio Popinigis, dois produtores de Brasília que vêm experimentando receitas facilmente viciantes, juntando uma base de massa-disco com o recheio, feito com ingredientes carregados de glicose-açucarada indie em quantidades equilibradas.

O resultado são batidas que conquistam pelo paladar do ouvido e provocam o movimento dos membros quando servida nas pistas. E por falar em pistas, é de referir que o nome Deltafoxx já representou o Brasil no South by Southwest (SbSW) em Austin, partilhando palco com outros nomes do indie dançante mundial (sem ficar a dever nada para), como Miami Horror, The KnocksTouch Sensitive. Receitas que melhoram a cada nova fornada no Soundcloud.

Runaway” é o mais novo lançamento da dupla. Podendo, é ouvir e baixar:

DeltaFoxx: “Runaway” (via Soundcloud)

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Turvos: “Ontem”

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Eles são um casal. Conheceram-se a beber tequila. Um caso prático de um casal unido pela música. Fazem-na em casa, no seu estúdio/sala-de-estar/escritório/quarto-de-hóspedes. A música, essa, reflecte o seu quotidiano sentimental, traduzindo-se em composições muito pessoais do casal.

A música, essa, foi feita para eles mesmos, até que eles mesmos acharam que era um ato egoísta não partilhar tudo isso com quem a quisesse ouvir. Então nasceram os Turvos.

Uma destas composições chama-se “Ontem“, que (para mim), é a massa de um bolo de black metal muito bem batida e cozinhada numa sala-de-estar a fazer de estúdio. Não têm formação profissional, são autodidatas no que fazem, mas como todo bom português, eles desenrascam-se bem.

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Mahmed: “Shuva”

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Mahmed são 4 rapazes fazendo música. “Sobre a Vida Em Comunidade” é o disco de estreia deste quarteto pontíguar, lançado este ano que mostra uma evolução estética ao seu EP “Domínio das Águas e dos Ceus” (2013).

O single que sugerimos hoje é “Shuva“, servindo como uma peça da montra sedutora que é o álbum que desafia os limites da ordem e da linearidade, marcado por um experimentalismo imprevisível, e ao mesmo tempo subtil e incrivelmente coerente.


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Mahmundi: “Eterno Verão”

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Marcela Vale, ou como a maior parte do Brasil conhece por Mahmundi colocou na rede o single “Eterno Verão“. Depois dos (muito bem aclamados pelo público) “Efeito das Cores” (2012), e “Sentimento” (2013), a cantora nos agracia com mais um exemplo do que se pode mostrar do novo pop brasileiro, parte de um novo trabalho a ser lançado brevemente. A música foi totalmente produzida pela própria em casa.

Para um consumidor musical normal como eu, o som de Mahmundi pode se traduzir por ter uma ambiência pop, reunindo os sabores do R&B e do Rock, embrulhado em sintetizadores que faiscam o Rio nos anos 80. Para Marcela: “…O importante a dizer sobre a minha música é que eu sempre quero que ela seja a trilha sonora da vida das pessoas. É isso que me interessa. Não tento definir se ela é anos 80, anos 00, eletrônica… o que importa é que ela toque as pessoas. Em algum momento eu ouvi músicas que fizeram com que eu me sentisse dessa forma, e quero que isso aconteça com ‘Eterno Verão“.

 


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The Japanese Girl: “Take Your Ghosts”

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Não há dúvidas quanto ao sucesso revival que estamos a ver da onda psicadélica no mundo da música. The Japanese Girl é uma banda do Porto, formada em 2013 que explora esse mesmo universo.

Lançaram recentemente “Sonic-Shaped Life” pela gravadora Munster Records.  “Take Your Ghosts” é um single tirado desse mesmo trabalho, que nos mostra a abordagem lo-fi hipnótica das guitarras e das camadas de reverb que pontuam toda a estética sonora da obra. Espreitem o Bandcamp deles para prosseguirem a viagem:

 

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Sean Riley & The Slowriders: “Dili”

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Sean Riley and The Slowriders anunciaram o seu regresso aos álbuns, depois de um período de tempo em que os membros da banda ingressaram em outras actividades, como a participação de Afonso Rodrigues nos Keep Razors Sharp.

E como resultado, apresentam-nos “Dili“, o single de avanço para um novo trabalho que, segundo os próprios, está para muito breve. A música reflecte a amizade e a distância, os amores e em como esses sentimentos conjugados podem-se tornar intensos e densos. O vídeo ilustrado pela experiência de 12 meses em que Pedro Simões passou em Timor Leste.

 

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Silva: “Eu Sempre Quis”

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Silva nunca perdeu a capacidade de capturar a sua poesia em melodias perfeitamente pop. Tudo se encaixa, o preciosismo da sintonia entre as letras e os sons que as envolvem.

O sucessor de “Claridão” (2012) e “Vista pro Mar” (2014) tem por nome “Júpiter“, o terceiro disco de estúdio do capixaba. O single de avanço foi produzida pelo próprio. O seu amor poético foi mais uma vez musicado numa actualização muito própria da MPB, refrescada com batidas eletronicas e leves guitarras como cenário mais que coeso. “Eu Sempre Quis” já ganhou vídeo. A harmonia do amor… Em planetas:

https://youtu.be/ne7xMq2kN4c

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Galgo: “Dromomania”

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Se eu disser que a música portuguesa vai muito bem obrigado, e se neste momento me pedissem para dar um exemplo (à altura) de tal afirmação, o meu primeiro pensamento ia cair sobre os Galgo.

São de Oeiras (mais precisamente de Barcarena, para quem vê a placa no IC-19), ganharam notoriedade internacional apenas com 2 músicas no Bandcamp. Estão a começar (e bem) a entrar na mira dos ouvidos um pouco por todo o lado.

Lançaram o seu primeiro EP (EP5) no Jameson Urban Routes em Lisboa, no dia 22 de Outubro. A natureza instrumental da banda já marcou presença em festivais como o Reverence Valada e o NOS Alive. O EP foi gravado nos Black Sheep Studios, e esbanja assertividade e poder nos headfones e nos holofotes dos palcos.

Prestem muita atenção neste nome! Pra quem ainda não ouviu, play imediato:

 

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Luís Severo: “Canto Diferente”

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Luís Severo começou por explorar o universo da musica pop sob a máscara de Cão Da Morte, criando uma certa identidade própria à volta desse nome. Ao longo do tempo foi colaborando com amigos, como o Coelho Radioactivo (resultando no projecto Flamingos) até, mais recentemente, dar a cara ao seu próprio nome enquanto produtor e cantautor.

Canto Diferente” é o single de avanço de Cara D’Anjo, um trabalho que explora as nuances pop de romances urbanos musicados, embalados numa produção charmosa, aonde participam amigos como Filipe Sambado, Júlia Reis (Pega Monstro), Coelho Radioactivo, Vaiapraia e Primeira Dama.

Cara D’Anjo foi lançado este ano pela Gentle Records.

 

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