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Serushiô: “I’m Not Lost”

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De acordo com a sua bio, podemos tirar a conclusão de que os Serushiô são o casamento entre o Delta Blues e a irreverência do Rock Britânico. A banda portuguesa apresenta “I’m Not Lost … Just Don’t Want to Be Found“, o seu mais recente trabalho da onde tirámos o single de hoje, um carro chefe que traz o mesmo nome do álbum, “I’m Not Lost“.

Fiquem perdidos com a aleatoriedade das imagens deste vídeo:

 

Serushiô: “I’m Not Lost” (via YouTube)

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Old Yellow Jack: “Glimmer”

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Depois da primeira experiência da banda em 2015, com o EP “Magnus“, o quarteto lisboeta marca a entrada de 2016 com uma viragem sonora do seu trabalho. Se por um lado o psicadelismo marcou sonoramente o seu início, agora, os Old Yellow Jack estão dispostos a criar um som mais voltado para o indie rock de bandas como Real Estate ou Pavement.

O álbum vai ser lançado a 29 de Abril, e será o primeiro longa da banda. Embora ainda não tenha um nome definido, “Glimmer” é o primeiro tiro do trabalho, que já tem vídeo (gravado na Ericeira, o mesmo lugar aonde a música foi composta, de maneira quase que instintiva).

Para além disso, o single pode ser descarregado aqui:

 

Old Yellow Jack: “Glimmer” (via YouTube)

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Birds Are Indie: “Partners In Crime”

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Os Birds Are Indie surgem em 2016 novamente como parceiros de crime, no lançamento de um novo álbum. Depois dos discos “How Music Fits Our Silence“, de 2012, e “Love Is Not Enough“, de 2014. “Let’s Pretend the World Has Stopped” é o nome do novo trabalho, que vai ser lançado no próximo dia 10 de Março pela Murmürio Records.

A banda de Coimbra se especializou em criar melodias pop com níveis elevados de açúcar e amor a cada novo lançamento. “Partners In Crime” é o single de avanço. É a assinatura criminosa e descarada dos possíveis ataques de diabetes causados em quem a ouvir. Se é pra ser doce, é de doces assim que nós gostamos:

 

Birds Are Indie: “Partners In Crime” (via YouTube)

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Mais Valia: “Belzebu”

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Depois de dois anos a disseminar experimentalismo rock pelo interior do estado de São Paulo, a Mais Valia lançou o seu primeiro álbum no ano passado.

As sete faixas foram produzidas de forma totalmente independente pelo trio, formado por Ricardo Cezario (guitarra),  (baixo) e Vitor Martins (bateria).

Servindo de influências que passam pelo post-rock, ambientes sonoros de stoner e space rock, o album pretende ser uma foto da paisagem sonora da nossa sociedade, urbana, barulhenta, movimentada. “Belzebu” concorreu a melhor música do ano pela revista Rolling Stone:

 

Mais Valia: “Belzebu” (via Soundcloud)

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Sequin: “Ellipse”

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Depois do álbum de estreia, “Penelope“, lançado pela Lovers & Lollypops em 2014, Sequin, o projecto a solo de Ana Miró, continua a trilhar o seu caminho pelo universo do eletro-pop com um trabalho novo cá fora.

Chama-se “Eden“, foi lançado a 15 de Fevereiro (igualmente pela Lovers and Lollypops), com direito a uma edição especial de 100 cópias em que, no seu interior se encontra uma peça de joalharia desenhada pelo designer Francisco Perdigão (Medula).

Já o vídeo, gravado em Bangkok, teve a direcção de Rui Major.

 

Sequin: “Ellipse” (via YouTube)

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Pega Monstro: “Estrada”

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“vou bazar
vou pra estrada
pra ver quem sou”

O lançamento de “Alfarroba” é a afirmação do crescimento musical constante das Pega Monstro. Diferentes no sentido de uma maior maturidade sonora, filtrando todo um conjunto de novas (e não tão novas) influências num produto final que é originalmente delas, mantendo a aura pré-adolescente da sua ligação com a Cafetra Records. O destaque de hoje cai sobre “Estrada“, uma canção cheia de energia para um casamento entre shoegaze e o sludge, com distorções e flashes de velas de artifício e um bolo de aniversário.

A atitude de partir em descoberta delas mesmas é uma celebração. O aniversário é a celebração da descoberta.

 

Pega Monstro: “Estrada” (via YouTube)

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peixe:avião: “Miragem”

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Miragem” é o nome do novo single dos peixe:avião, o segundo do álbum. “Peso Morto” é o quarto trabalho da banda, dando continuidade à identidade sonora encontrada em 2013, quando lançaram o seu disco homónimo. Pode-se dizer que a miragem de criar um rock com uma assinatura reconhecível se tornou uma realidade sólida para os peixe:avião:

Um punhado de canções que são o casamento de letra desconexa e abstracta, porém capaz de nos transportar para o seu universo introspectivo, junto a uma composição com temperatura matematicamente agreste. Factores esses matematicamente sincronizados e embalados num produto final completo, ao mesmo tempo simples na táctica de nos influenciar pela percepção.

O vídeo é uma ilustração em movimento que se incorpora à obra como um prolongamento, uma prótese visual. Um conjunto de imagens gravadas no ambiente frio e industrial do leste europeu. Funcionam como uma composição de vectores que ilustram o sentimento de solidão, o engrandece… E que por alguns momentos nos levam a viajar para dentro dessa atmosfera, como se estivéssemos envoltos em todo um background branco-cinza infinito.

 

peixe:avião: “Miragem” (via YouTube)

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Minta & The Brook Trout: “I Can’t Handle The Summer”

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O primeiro sinal de fumo do terceiro álbum de originais de Minta & The Brook Trout se chama “I Can’t Handle The Summer“, um single ensolarado para fazer sinónimo ao calor que o tema possa fazer sentir no coração de quem o ouve, independentemente da latitude, zona geográfica ou da época do ano.

Depois da sua primeira empreitada em 2009 com um disco homónimo, de “Olympia” editado em 2012 pela NOS Discos (e lançado inclusivamente nos Estados Unidos pelo selo Hope For The Tape Deck), e de vários EPs lançados ao longo da carreira como “Out of Washington State(um EP editado um mês após o lançamento de “Olympia“), ouCarnide (composto por canções gravadas ao vivo), Francisca Cortesão e a sua banda se sentem mais do que preparados para encararem o desafio de nos presentear com um novo longa, tão ou mais acolhedor à alma como os trabalhos anteriores.

Com lançamento previsto para 26 de Fevereiro, “Slow” é o reflexo da nova formação da banda (Bruno Pernadas substituiu Manuel Dordio na guitarra eléctrica, e o piano eléctrico e os teclados ficaram a cargo de Margarida Campelo). Teve seu nome de baptismo dado à demora da sua finalização. Por enquanto, podemos assistir ao vídeo do primeiro single, e aguardar pelo lançamento do disco:

 

Minta & The Brook Trout: “I Can’t Handle The Summer” (via YouTube)

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Marta Ren & The Groovelvets: “I’m Not Your Regular Woman”

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Stop Look Listen” é o álbum de estreia da nova estrela do Soul vinda do Porto, Marta Ren & The Groovelvets, que teve o seu lançamento a 19 de Fevereiro (ontem) pela Record Kicks. O primeiro single do trabalho, “I’m Not A Regular Woman“, já é presença confirmada nas playlists de rádio um pouco por toda a Europa, como a BBC 6, Rai Radio 1 ou a francesa LeMouv, embalada por uma carruagem de internacionalização ainda tímida e aquém do potencial nacional.

Ainda assim, é feliz assistir que o panorama musical português começa a ser maior do que a sua pequena fronteira, a rebentar as costuras para mais longe do que Vilar Formoso e Elvas. Maior em números, da qualidade à quantidade de propostas por metro quadrado.

Voltando ao nosso destaque, “I’m Not a Regular Woman” é um tema que revela força de Marta, pela capacidade vocal e pela produção, junto a uma banda que nos prende, revelando leves lembranças pessoais do seu casamento com os ritmos do Reggae, do Soul e do Funk, desde os tempos de Sloppy Joe a Funkalicious, se refletindo num aperfeiçoamento proporcionado por essa experiência musical nas suas novas empreitadas.

Tudo foi masterizado em fita, preservando os processos de gravação dos anos 60 e setenta, e consequentemente a típica sonoridade da era dourada do funk.

 

Marta Ren & The Groovelvets: “I’m Not Your Regular Woman” (via YouTube)

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Isaura: “Change It”

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Isaura foi uma aposta ganha em 2015. Tudo começou com “Useless“, o primeiro single da cantora, de bases declaradamente electrónicas, que deixou o público curioso por mais.

Change It“é o segundo single do seu EP “Serendipity“. A música foi composta pela própria e produzida por Ben Monteiro, dos D’Alva. Aliás, todas as músicas do EP foram compostas por Isaura que, de acordo com a própria, foram alinhadas de forma a contar uma história. O título do album reflete a ideia de que tudo na vida tem uma razão para acontecer, e que todos nós estamos ligados por pontos que fazem com que os acontecimentos sejam obrigatórios.

O vídeo de “Change It” é uma continuação dessa ideia. Por mais precária que seja a nossa situação, a mudança parte sempre de nós, com a finalidade certa de que tudo correrá pelo melhor, e que nada acontece por acaso.

 

Isaura: “Change It”(via YouTube)

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