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Quarup: “Quero Ir Pra a Bahia com Você”

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Espelho meu espelho meu, existe povo mais alegre do que esse?
No Brasil, não existe tragédia, por mais trágicos que os eventos sejam, eles deixam de o ser assim que passam a fronteira. É como se o povo brasileiro fosse um grande crivo que transforma tudo em ozadia (vide os acontecimentos mais recentes na política brasileira).
foto da jessie
Mas, voltando à música, a banda paulistana viajou até Ribeirão Preto para gravar o vídeo de “Quero ir Pra a Bahia com Você” com o Carreta Furacão.
Este vídeo é só e apenas mais uma manobra arranca-sorrisos postada em alguma rede social da vida para ser partilhada até o infinito. O som é marcado por ritmos que nos transportam para Timbalada e Olodum. O vídeo é extremamente colorido e divertido. Pra quem não é deste planeta chamado Brasil e ainda não conhece o Carreta Furacão, dá uma olhada nisso:
video do carreta
Quero ir Pra a Bahia com Você” é talvez o single mais pop do primeiro trabalho da banda.

Quarup: “Quero Ir Pra a Bahia com Você” (via YouTube)

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Holy Nothing: “Dusk”

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O lançamento de “Hypertext” em Setembro passado catapultou os Holy Nothing para a 30.ª edição do festival South by Southwest. Depois da passagem pelo Texas, “Dusk” foi o single escolhido pela banda para servir de novo single.
A música reflete uma densidade eletrônica mais densa, e um ritmo devagar. De acordo com os próprios, foi a música que melhor refletiu o seu processo de produção.
No vídeo, uma atuação é documentada em slow-motion.

Holy Nothing: “Dusk” (via YouTube)

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First Breath After Coma: “Salty Eyes”

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Salty Eyes” é a primeira música do novo trabalho dos First Breath After Coma. “Drifter” é o resultado de meses de muito trabalho de pesquisa e gravação por parte da banda, que tem feito um ótimo trabalho dentro do panorama musical português, representando a fértil cena musical de região de Leiria.
O vídeo para este single tem a assinatura de Vasco Mendes, que em Portugal já é um nome reconhecível por trabalhos com nomes como Batida, Glockenwise, We Trust, ou White Haus.
Numa tradução rápida por esta obra, “Salty Eyes” representa um contemplar para a imensidão do mar, da natureza. Existe um elemento comum que também tem um papel importante, senão o mais importante neste vídeo. Segundo Vasco Mendes, existe aqui a exploração visual da vontade humana em querer devolver à Natureza tudo o que nos torna menos humanos. Completamente de acordo.

First Breath After Coma: “Salty Eyes” (via YouTube)

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Capitão Fausto: “Morro na Praia”

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O diário videográfico do trabalho de um ano de gravações e ensaios dos Capitão Fausto. O partir do nada para um trabalho pronto e embalado.

O vídeo mostra que um álbum não se faz em 20 dias, mesmo durando 3 minutos e alguma coisa. Aliás, sabiamente, este documento em movimento faz parte da obra final. As imagens que estão aqui foram sincronizadas com uma letra que evoca sacrifício em prol do que se acredita. E falo sacrifício porque estou do lado de fora.

Para mim, um ano de trabalho pode demorar a passar, mas não para quem vibra com o que está a fazer.

 

Capitão Fausto: “Morro na Praia” (via YouTube)

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Mike El Nite: “T.U.G.A.”

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Batidas frenéticas e densas representam a visão negra que Mike El Nite tem sobre a sociedade portuguesa. Do entretenimento gratuito na TV que encarece os valores da juventude até os altos poderes que têm influências obscuras sobre o povo alienado. São fragmentos de imagens e palavras, alucinações aleatórias que nada mais são do que a realidade, disparadas freneticamente por entre as batidas em versos que rimam e encaixam como se fossem puzzles.
Mike El Nite editou no dia 22 “O Justiceiro” pela NOS Discos.

Mike El Nite: “T.U.G.A.” (via YouTube)

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Germano: “Take Me Away”

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Take Me Away” é um acto de uma peça em nome próprio, onde Carla Germano Lopes levanta o dedo para falar num monólogo cantado sobre as suas dúvidas, os dilemas sobre o amor, e do seu coração.

O discurso é ditado por ela mesma. A sua voz impõe toda a sua escrita, a qual ouvimos em silêncio. Mas ela não está sozinha. Acompanhada por uma guitarra suave e por um vídeo que, através da produção em contornos noir, podemos contemplar na falta de cor o puro sentimento de nostalgia e perdição que o amor nos pode vir a fazer passar.

Germano: “Take Me Away” (via YouTube)

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Ditch Days: “Melbourne”

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Ouvir e ver “Melbourne” refletem a mesma palete de sensações que um passeio de bicicleta num dia de verão mediterrânico. São 3 minutos e 27 segundos que se esvanecem com a mesma velocidade de um final de tarde bem passado, mesmo que filmado em slow-motion. Aliás, atrevo-me a escrever que o slow-motion seja algum tipo de tentativa de prolongar por mais algum tempo esse momento em que tudo se alinha. A brisa que nos bate na cara é quente, não tórrida, apenas agradável o suficiente para acabar rápido. Poderia ser um passeio de carro em Slow-motion, desde que fosse à beira-mar, de vidros abertos, e em slow-motion.
Como o que o importante mesmo é o sol, o mar e a temperatura certa, nem mais nem menos. O vídeo que acompanha o single é um teletransporte para fora da urbe, onde os sentimentos são os de liberdade. Uma música tão especial como outra qualquer que nos evoque este tipo de sentimento. Sentimos essa brisa em apenas alguns minutos de música indie-pop, e filmagens em slow-motion. How cool is that?

Ditch Days: “Melbourne” (via YouTube)

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Tiago Guillul: “True Believer”

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A 50ª edição da FlorCaveira.

A infância do músico foi traduzida em um trabalho de nome “Bairro Janeiro”, o nome do bairro de infância de Tiago. Foi gravado numa igreja por Luis Severo. Os sons foram captados e gravados com a acústica caracteristica do espaço, sem recurso a efeitos.

A atitude punk do do it yourself se faz sentir, não só pelo trabalho de gravação, como também em toda a estética do vídeo que envolve o single.

 

Tiago Guillul: “True Believer” (via YouTube)

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Throes + The Shine: “Capuca”

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Capuca é a nova “bebida quente” dos Throes + The Shine.

A fusão multicultural de “Capuca” funciona aqui como single de avanço do album novo, “Wanga“, com lançamento previsto para maio, desta vez lançado pela Discotexas. Uma pequena amostra da nova receita da banda, vamos aos ingredientes:

Aqui nós podemos encontrar a assertividade lírica do kuduro numa núvem eletro-pop festiva com sabor a cumbia, com a colaboração do músico congolês Pierre Kwenders, e a produção de Moullinex. Juntando à mistura um vídeo que acompanha essa dinâmica quente e colorida, e reflete na perfeição toda essa fusão cultural em forma de uma obra completa (talvez a receita mais íntegra e contagiante dos Throes + The Shine). Aguardamos pelo album inteiro:

 

Throes + The Shine: “Capuca” (via YouTube)

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Cais Sodré Funk Connection: “Like No Other”

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Acabadinho de sair do forno! Muito soul, garra e muito suor no novo disco dos Cais Sodré Funk Connection, lançado no último dia 26 de Fevereiro. Sem muitos truques, apenas a contar com o talento dos músicos a fazerem o que sabem de melhor.

Soul, Sweat & Cut the Crap” é o seu nome, e já rende vídeos como “Like No Other” (tentativa de trocadilho frustrada). Fiquem com o essencial: Os Cais Sodré estão de volta, luminosos como um dos grandes, com um álbum cheio de soul music à portuguesa e vídeos para lhe dar a força de um jogador de futebol americano:

 

Cais Sodré Funk Connection: “Like No Other (via YouTube)

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